quarta-feira, 4 de abril de 2012

Por Eva Fernandes, nº5 - 7ºA

Zorbas é um gato muito engraçado. É a personagem principal da maravilhosa obra "História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar", de Luís Sepúlvuda.
Este gato é grande, preto e gordo; tem um coração que vale ouro porque é muito simpático, honesto e principalmente amigo do amigo e por vezes do inimigo. Preocupa-se com a Natureza e com os seres vivos. Não gosta de poluição e trata todos da mesma forma, sejam eles brancos ou pretos, amarelos ou vermelhos.
Zorbas é um gato que está disposto a ajudar os amigos e por vezes os inimigos. Não se preocupa com a sua imagem, porque o que ele quer é ser feliz e que todos à sua volta também o sejam. É um coração mole.
Com esta história qualque pessoa aprende. Ensina que o que interessa é a amizade e ser boa pessoa. Ensina também que a Natureza é um bem essencial para a vida e que não se pode poluir. os mares e oceanos devem ser cuidados e não se devem encher de lixo porque os animais podem morrer.
É uma história fascinante que eu adorei e recomendo a qualquer pessoa de qualquer idade, desde os maais pequeninos aos mais idosos.

Por Eva Fernandes, nº5 - 7ºA

As palavras são...

As palavras são histórias
As palavras são heróis
As palavras são memórias
As palavras são faróis.

Há palavras que choram
Há palavras que gritam
Há palavras que ignoram
Há palavras que imitam

Com palavras posso dançar
Com palavrsa posso cantar
Com palavras posso sonhar
Com palavras posso falar

Quero que as pessoas falem
Quero que as pessoas gritem
Quero que as palavras embalem
Quero que as palavras irritem.

Por Eva Fernandes, nº5 - 7ºA

Amizade!!!

Liberdade
é sentirmo-nos bem
sentir a saudade e amar alguém.

Felicidade
é sermos iguais
sentir equidade
como os casais

Para sermos amigos
temos de adorar
estarmos unidos
e saber partilhar.

Por Irina, nº9 - 7ºA

O livro História de uma gaivota que ensinou o gato a voar, de Luís Sepúlvuda, um escritor chileno, narra a história de zorbas e seus amigos, Colonello, Secretário, Sabetudo e Barlavento que fazem tudo para cumprir as três promessas que Zorbas fez à Gaivota Kengah.
Quando lemos o livro sabemos que Zorbas não era um gato qualquer, era um gato que respeitava o Outro, todos os seres diferentes dele, ou seja, não era racista. Era um gato grande, preto e gordo. mas um gato nobre, amigo e solidário... Zorbas é um gato que coloca a maizade em primeiro lugar! É também um gato cumpridor das suas promessas e que só fica descansado quando as suas promessas ficarem completamente cumpridas e "arrumadas". Assim empenhou-se para chocar o ovo, criar a gaivotinha e por fim, ensiná-la a voar, como Prometido!
Adorei ler o liro, aliás já o tinha lido antes e lê-lo-ia mais uma vez, pois não deixa  de ter a sua importância, uma vez que dele tirei uma grande liçao de moral. Este livro demonstra acima de tudo como os humanos deviam ser, pois se assim fossem, não havia guerra nem racismo, apenas a união, a paz e a esperança!

Por Luís Fernandes, nº13 - 7ºB

No cartton está ilustrada uma senhora muito enérgica e atarefada, a tentar limpar e purificar o nosso planeta Terra, com um simples pano húmido e com o produto "Glob Clearner".
O cartoon refere a sujidade da Terra, tanto ambiental, que é feita obviamente pelo Homem, tanto espiritual, também feita pelo Homem, pois os animais não gurdam rancor nem raiva, não fazem guerras, não têm inveja nem egoísmo, enquanto que o Homem librta tudo isso no nosso Planeta.
Na minha opinião, esta pobre e bondosa senhora está a agir da melhor maneira possível, tentando limpar o que os da sua espécie sujam. Irei seguir o seu conselho!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012


Por Sara...
A Grande Aventura

      Certo dia, Wendy vai finalmente com Peter e com os irmãos para a terra do amigo.
      A terra era absolutamente fantástica! Chamava-se “Kidslândia”; as árvores eram enormes, havia cascatas, florestas e riachos…os olhos de Wendy brilhavam como ouro. Os três irmãos estavam tão maravilhados, que Peter falava com ele e estes não o ouviam. Peter abanou-os e eles pareciam estar num sonho, mas depois deste abanão, retornaram à realidade.
      - Peter! Isto é…tão lindo!
       - Eu sei Wendy- disse Peter- sabia que tu e os teus irmãos não se iriam arrepender!
      - Pois não! Ai não vamos não- disse John.
      - Vamos lá aprender a voar?
      - Claro! -disseram em coro.
      - Nesse caso sigam-me.
      Peter levou os irmãos de Wendy, John e Michael a um lugar cheio de plataformas, a com flores de várias cores e árvores por todos os lados! Eles viram fadas bebés a voar, era tão excitante!
      - Esperem, esqueci-me de uma coisa!  Tenho de vos apresentar ao resto do pessoal - disse Peter.
      - Vamos - disseram ao mesmo tempo.
      - Fadas! - chamou Peter- quero apresentar-vos novas pessoas! Esta é a Wendy, Peter e Michael! Eles vão-nos ensinar histórias e fazer-nos muitas mais coisas!
      As fadas e os meninos perdidos ficaram muito contentes. Apresentaram-se e depois foram aprender a voar.
      - Vamos lá começar! - disse Peter.
      Os três irmãos estavam excitadíssimos, mas por fim começaram.
       - Primeiro - explicou Peter - têm de fechar os olhos, imaginar que estão num mar azul, cristalizado, estão a flutuar, em segurança, sentem o vento a correr e nem sentem a água a tocar-vos. Estão a elevar-se, a elevar-se “…” agora abram os olhos!
      - O que é isto? – perguntou Wendy.
      Eles sentiram-se desequilibrar, não conseguiam manter o controlo!
      -Fechem outra vez os olhos - disse Peter - respirem fundo! As vossas respirações têm de ser curtas! Os irmãos Michael e John conseguiram, mas para Wendy não estava a ser tão fácil. Wendy estava a cair, a cair, como se não tivesse fim, mas Peter agarrou-a e trouxe-a para o solo terrestre.
      - O que se passa comigo, Peter? - questionou Wendy.
      - Não sei! – respondeu Peter- deves ter feito alguma coisa mal! O mar, a elevação, qualquer coisa! Mas tentas amanhã. Hoje pode não funcionar por causa do cansaço.
      - Está bem, Peter - disse Wendy desiludida - mas amanhã vou tentar, ok?
      Nesse momento apareceram os irmãos.
      - O que se passa Wendy?
      - Não sei. Mas amanhã volto a tentar.
      Eles foram hospedados lá, com muito conforto. Os dias passavam e Wendy continuava a não conseguir voar.
      Certo dia, Wendy farta-se do sucedido e foge de “Kidslândia”. Pela manhã, os irmãos foram chamá-la, pois o pequeno-almoço estava pronto, mas  Wendy não estava lá. Eles foram contar aos outros e eles disseram que provavelmente não era nada, poderia ter sido só um passeio à floresta. Eles acreditaram, embora com algumas dúvidas.
      Nessa tarde, souberam perfeitamente que não tinha sido apenas um passeio, tinha acontecido alguma coisa a Wendy. Eles procuraram pela floresta, mas nem sinal, nem rasto, nem pista de Wendy. Ela não aparecia. Enquanto eles andavam à procura, Wendy estava ainda na floresta, a passear, mas…quando olhou novamente para trás, já era tarde demais. Estava perdida.
      Estava a ver e a tocar as folhas macias que estavam coladas aos ramos, quando encontrou uma fada. Wendy não hesitou e perguntou:
      - Sabes o caminho até “Kidslândia”?
      - Antes de mais, muito boa tarde, não, não sei, pois também estou perdida!
      Wendy não gostou da sua antipatia mas desculpou-se:
     - Desculpa ter sido mal-educada. É que…queres que te conte a história?
      - Se quiseres…
      Wendy contou à sua nova amiga a sua história e ela acrescentou de imediato:
       -Eu podia ensinar-te a voar! Ah, e antes de mais, sou a Susie, sou uma fada do vento.
       Wendy sabia mais ou menos aquilo que cada fada faz, pois naqueles dias contaram-lhe, mas não hesitou e perguntou:
      - Então o que fazes?

      - Vê-se logo! - disse Susie - se sou uma fada do vento, voo rápido e participo aqui nos campeonatos, a representar “Kidslândia”, mas como me perdi, deve substituir-me outra fada.
      - Que fixe! Então podias ensinar-me a voar! Não podes?
      - Sim. Se quiseres…é que não tenho nada que fazer, na floresta.
       - “Fixe”! Podemos começar hoje?
      - Sim. Está bem. Anda!
      Susie levou Wendy a uma parte da floresta com menos árvores para ela se habituar.
      - Vamos lá? Pronta?
      - Melhor do que esperava!
      - Então, como Peter já te deve ter dito, tens de fechar os olhos, só que em vez de pensares no oceano, comigo vais pensar no vento. Ele está a soprar…a soprar…Agora abre os olhos!
      - Uhoh! Isto é fantástico! Ah…Susie, acho que vou cair… Susie!!!
      Susie apanha Wendy e trá-la para o solo.
      - Por que não consegui voar outra vez? – inquiriu  Wendy.
      - Não sei. Se calhar, não estás preparada.
      - Sei lá! Acho que não consigo. Acho que devo desistir!
      - Tu é que sabes! Mas eu vou ver se vejo “Kidslândia” agora que as nuvens se foram embora!
      Susie foi ver e Wendy ficou em baixo, ansiosa pelo regresso  de Susie. Ela desceu.
      - Então? – perguntou Wendy.
      - Consigo ver perfeitamente! Vamos Wendy!
      - Mas… eu não sei voar!
      - Desculpa Wendy, mas tenho de ir!
      - Eu compreendo. Vai lá e diz aos meus irmãos que estou bem, ok?
      - Está bem! Eu digo. Adeus.
      - Adeus!
      Susie elevou-se no ar e Wendy ficou lá, sentada numa rocha. Nesse entretanto,  aparece um passarinho a puxar por ela.
      - Olá! - disse  Wendy.
      - Piu, piu, piu!
      - Queres que eu vá contigo?
      O pássaro acenou afirmativamente.
      - Mas eu não sei voar! - disse Wendy.
      O pássaro olhou para ela e fez um som como se dissesse: “eu ensino-te!”
      - Está bem! -  diz Wendy.
      O pássaro olhou para ela como que dissesse: “faz tudo o que faço”. Wendy acenou com a cabeça afirmativamente e o pássaro começou. Primeiro, ele levantou as duas asas e fechou os olhos e Wendy fez a mesma coisa. Depois Wendy abriu o canto do olho e viu o pássaro a fazer um sorriso e, como que por magia, Wendy começou a voar. Ao princípio era difícil controlar-se, mas agora, já estava pronta.
      - Obrigada! -  disse Wendy - ensinaste-me a voar!
      O pássaro sorriu e foi embora.
      Wendy foi a voar para “Kidslândia”, ter com os amigos e os irmãos. Ao chegar lá, viu que eles estavam preocupadíssimos, mas Wendy explicou-lhes tudo. Disse também que ficaria mais uns dias para lhes contar histórias e fazer muitas mais coisas!
      Passaram-se os dias, Wendy e os irmãos despediram-se e foram para casa.
      A mãe deles estava muito preocupada, mas eles justificaram-se.
      Agora, todos os dias, Wendy e os irmãos vão a “Kidslândia” para voar e contar histórias juntos.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Dia dos Namorados -14 de Fevereiro


Amar!

Eu quero amar, amar perdidamente!

Amar só por amar: aqui... além...

Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...

Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!...

Prender ou desprender? É mal? É bem?

Quem disser que se pode amar alguém

Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma primavera em cada vida:

É preciso cantá-la assim florida,

Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada

Que seja a minha noite uma alvorada,

Que me saiba perder... pra me encontrar...



Florbela Espanca


Amor É Fogo Que Arde Sem Se Ver

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;



É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Luís Vaz de Camões
 Autor do Mês - Fevereiro de 2012

Isabel Allende

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