quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Encontra-se disponivel a hiperligação ao catálogo da nossa biblioteca escolar, a qual encontrarás na lateral da nossa página. Através dela consegues encontrar os titulos aqui existentes.
A equipa da biblioteca deseja-te boas pesquisas!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013




INFORMAÇÃO


De 1 de fevereiro a 15 de março, o Departamento de Línguas em articulação com o Departamento do 1º Ciclo vai desenvolver a atividade "Marcadores de Livros", constante no Plano Anual de Atividades, destinada a alunos do 1º e 2º ano, 2º ciclo e 7º ano. Os alunos entregarão os trabalhos ao seu professor, que selecionará os quatro melhores, levando-os posteriormente para uma reunião entre todos os docentes para atribuição de prémios. Haverá um vencedor para cada ano de escolaridade submetido a concurso.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

 
ESTA ESCRITORA É PORTUGUÊSA E ESPERA POR TI  NA BIBLIOTECA DA ESCOLA
 
Maria Alberta Menéres




 


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

MIGUEL TORGA ESTÁ Á TUA ESPERA NA BIBLIOTECA

A obra de Torga

  A obra de Torga tem um carácter humanista: criado nas serras trasmontanas, entre os trabalhadores rurais, assistindo aos ciclos de perpetuação da natureza, Torga aprendeu o valor de cada homem, como criador e propagador da vida e da natureza: sem o homem, não haveria searas, não haveria vinhas, não haveria toda a paisagem duriense, feita de socalcos nas rochas, obra magnífica de muitas gerações de trabalho humano. Ora, estes homens e as suas obras levam Torga a revoltar-se contra a Divindade Transcendente a favor da imanência: para ele, só a humanidade seria digna de louvores, de cânticos, de admiração: (hinos aos deuses, não/os homens é que merecem/que se lhes cante a virtude/bichos que cavam no chão/actuam como parecem/sem um disfarce que os mude).
 Para Miguel Torga, nenhum deus é digno de louvor: na sua condição omnisciente é-lhe muito fácil ser virtuoso, e enquanto ser sobrenatural não se lhe opõe qualquer dificuldade para fazer a natureza - mas o homem, limitado, finito, condicionado, exposto à doença, à miséria, à desgraça e à morte é também capaz de criar, e é sobretudo capaz de se impor à natureza, como os trabalhadores rurais trasmontanos impuseram a sua vontade de semear a terra aos penedos bravios das serras. E é essa capacidade de moldar o meio, de verdadeiramente fazer a natureza, malgrado todas as limitações de bicho, de ser humano mortal que, ao ver de Torga, fazem do homem único ser digno de adoração.
 

quinta-feira, 17 de maio de 2012